O Brasil e Argentina estão num conflito comercial novamente. Não pára de surpreender que as negociações deixem á luz que o Mercosul precisa se fortalecer.
Mas vendo os argumento dos dois me pareceu que nem sempre existe o cuidado de respeitar a lógica económica. Vamos lá!
Suponhamos que estamos em 1994, começa o Mercosul e o Brasil era muito bom fazendo calças e Argentina era muito boa fazendo camisa. Quando liberarmos o comercio entre os dois é lógico que eles vão negociar entre eles mesmos.
Se nenhum dos dois era bom de fazer cinto, e eles erão importados da China, pode acontecer que a integração económica incentive un dos dois para produzir também o cinto. Na hora que o primeiro cinto argentino é exportado, podemos dizer que houve desvío de comercio, ele era importado pois o custo era menor, porém a China era mais eficiente para o Brasil do que Argentina, falando em fazer cintos. Só que agora, a Argentina tem uma competitividade artificial por causa do Acordo: isto é escencial para definir o desvio.
Então, existe desvío de comercio agora? de fato não, porque o Brasil e a Argentina já colocaram o acordo em função, porém a situação de partida é com os incentivos dele em funcionamento. Aliás, a China não está em situação vantajosa, ela está fora o Mercosul e os seus produtos pagam a maior tarifa possível.
O problema para o Brasil é que tornou-se menos competitivo do que a China no setor têxtil, e isso contando com uma vantagem. Acredito que há razões dos dois lados para isso acontecer.
Em todo caso, pode ser uma ótima oportunidade para aprimorar os mecanismos compensatórios entre os países, e criar políticas duradouras.
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