terça-feira, 24 de março de 2009

O desafio na nossa frente

Não posso deixar de mencionar que li a materia do Sr. Antonio Delfin Netto e achei muito interessante.
Toda vez que o Governo falou sobre a crise, principalmente no início dela, parecia confiante demais. Aí precisamos nos perguntar se são eles tentando passar uma mensagem esperançadora para o povo, ou é o que eles realmente acreditam. As ações posteriores podem dar conta das diferenças.
A nossa taxa Selic precisa cair ainda mais, como já foi dito aqui, mas muitas outras coisas precisam ser replanejadas.
A estimativa de saída de capitais estrangeiros passou de R$ 3bi para R$ 10bi, colocando o assunto no centro da conversa. Se o BC pretende não gerar inflação, talvez seja o momento de se desapegar da idéia que a Selic vá mexer nesse quesito, e atacar o negócio dos capitais.
A nova estrutura bancária será mais uma falência se as nossas energias vão parar só no controle dos gigantes bancários. Não podemos nos esquecer que tanto públicos como privados, grandes e pequenos contribuiram á situação atual, de uma certa estabilidade. Porém, mexer na estrutura não garante que isso vai se repetir, temos de estar alertas!
Por último, é preciso lançar ações concretas para ativar o investimento e consumo e locomover a Economía, pois faltam só 3 trimestres para o Brasil corregir a trajetória com a que começou este ano.

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