Esse último tempo foi de humor ansioso, pois o fim de Ano e o Natal especialmente, devia nos dar uma boa orientação para onde vamos. No final, temos varias noticias que podem nos contar com iremos começar, mesmo porque parece cedo demais para definir um rumo.
A primeira é a questão da inflação, que perde força no segundo semestre, deixando entrever uma queda do consumo. Esse que foi importantíssimo na hora de fazer o Brasil crescer, esse que foi alavancado com o crédito pessoal e que hoje ficou tão caro.
No segundo momento, o dólar deu uma despencada, o BC tentou segurar com resultados duvidosos, e hoje sobe e desce como um montanha russa.
Já no tercero lugar temos os juros, que deverão, segundo todos os analistas, cair para taxas mais normais. Isto com certeza deverá afetar a cotação do dólar e poderá reativar um pouco o consumo.
A grande dúvida é quem irá se beneficiar do novo cenário: os importadores verão o seu produto ficar ainda mais caro, e não conseguirão repassar esse custo para o consumidor, que já está comprando os produtos de segundas marcas ou preços. Já os exportadores terão uma vantagem, mas só aqueles produtores de valor agregado, pois os commodities estão bem quetos com o frio económico lá fora. A Uniao terá que apertar o cinto e partilhar os ingressos entre os Estados, pois o consumo irá cair, e ainda é possível que hajam ajudas para alguns setores. Quanto ao BC, deverá ser conservador na hora de utilizar reservas.
Vou continuar até achar quem irá se beneficiar...
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